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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Massa discorda de Lauda e Räikkönen, diz que F1 é perigosa o bastante e pede mudanças “inteligentes”*

*Por: Grande Prêmio


Felipe Massa não concorda com Niki Lauda e Kimi Räikkönen quando os dois sugerem que a F1 precisa ser mais perigosa ou arriscada.
 
Räikkönen, campeão em 2007, foi quem usou o termo “perigosa” para falar das mudanças que estão sendo estudadas para a categoria e devem ser introduzidas em 2017. Lauda, que, assim como Massa, quase perdeu a vida em um acidente, preferiu não negligenciar a segurança, mas concordou que os pilotos precisam encarar mais riscos.
 
Na contramão deles, Massa disse que a F1 precisa ser é melhor e mais inteligente. Dos pilotos em atividade, apenas Jenson Button, Fernando Alonso e Räikkönen têm mais GPs na F1 do que o brasileiro.
 
Massa acredita que os fãs da F1 realmente querem disputas, não necessariamente carros mais rápidos (Foto: Reprodução TV)
 
“Quando eu vejo o Kimi e o Lauda dizendo que a F1 precisa ser mais perigosa, não concordo”, afirmou o piloto nesta quinta-feira em Spielberg, antes do GP da Áustria. “Eu acredito que a F1 deveria ser melhor, deveria ser mais inteligente. Eu acho que na F1, sempre tivemos muitas mudanças, mas às vezes a mudança é não mudar nada.”
 
“Eu acho que é interessante tornar os carros mais rápidos, mas se você apenas tornar os carros cinco segundos mais rápidos, vai ver ainda menos ultrapassagens do que há hoje, e as pessoas vão reclamar do mesmo jeito”, ressaltou.
 
Massa falou que gostaria de guiar o carro mais rápido possível na F1, mas que não se deve buscar isso de qualquer maneira.
 
“A mudança não precisa só fazer os carros mais rápidos na pista, pois, se você é três segundos mais rápido na pista, ninguém na TV percebe. Eu acho que a mudança precisa ser inteligente, não só colocar downforce no carro. As pessoas querem ver competição, ultrapassagens, brigas, e é isso que precisa ser mudado”, concluiu.
 

terça-feira, 2 de junho de 2015

Se voltar a vencer, Massa vai se tornar piloto com maior jejum entre duas vitórias na história da F1*

*Por: Grande Prêmio

Seis anos, seis meses e 29 dias: este é o tempo que já se passou desde o GP do Brasil de 2008, o último vencido por Felipe Massa no Mundial de F1. Com isso, se voltar a vencer, o piloto de 34 anos se tornará o que viveu o maior jejum entre dois triunfos na categoria.
 
Hoje, essa marca pertence ao italiano Riccardo Patrese. Ele esperou seis anos, seis meses e 28 dias, ou 2401 dias, entre o GP da África do Sul e o GP de San Marino de 1990.
 
Foram 99 provas disputadas por Patrese entre as duas vitórias, quesito no qual Massa já o superou: foram 111 corridas que contaram com a participação do brasileiro desde 2 de novembro de 2008, mais as oito de que ele ficou de fora em 2009.
 
Em sua última vitória, Felipe Massa chorou pela perda do título mundial para Hamilton diante de um lotado autódromo de Interlagos (Foto: Shell GP/Getty Images)
 
Neste meio tempo, o piloto sofreu um grave acidente que quase lhe tirou a vida, e teve como outro grande baque o dia em que recebeu da Ferrari a ordem para entregar a Fernando Alonso a vitória do GP da Alemanha de 2010. Mesmo depois de tanto tempo, Massa não desiste do sonho de voltar ao alto do pódio e de, quem sabe um dia, se tornar campeão mundial. 
 
No ano passado, quando voltou a andar bem com frequência, chegou a marcar uma pole no GP da Áustria e terminou a 2s de Lewis Hamilton no GP de Abu Dhabi. No início deste ano, recebeu elogios de Rob Smedley, engenheiro-chefe da Williams, que o vê em tão boa forma quanto na temporada 2008.
 
Ele começou 2015 com a expectativa de ter no FW37 um modelo vencedor, o que não acontece nesta fase inicial do campeonato, dominada por Mercedes e Ferrari. Seu melhor resultado foi o quarto lugar no GP da Austrália, o primeiro do ano, e ele ocupa a sexta posição no Mundial de Pilotos com 39 pontos.
 
Desde a última vitória de Massa...
 
...dez pilotos ganharam corridas na F1. Foram eles: Sebastian Vettel (39), Lewis Hamilton (27), Jenson Button (14), Fernando Alonso (11), Nico Rosberg (10), Mark Webber (9), Kimi Räikkönen (3), Daniel Ricciardo (3), Rubens Barrichello (2) e Pastor Maldonado (1).

terça-feira, 28 de abril de 2015

Felipe Massa dará entrevista no UOL, ao vivo, nesta quarta-feira*

*Por: UOL Esporte

Felipe Massa antes do Grande Prêmio do Bahrein

O piloto Felipe Massa estará na redação do UOL, nesta quarta-feira (29), para uma entrevista que será transmitida ao vivo com vídeo diretamente no portal a partir das 15h.

O brasileiro da Williams conversará sua vida e carreira na F-1. Além das perguntas feitas pelos jornalistas do UOL, o internauta também poderá participar da conversa via redes sociais com a hashtag #MassanoUOL. É só fazer a pergunta e adicionar a tag que Felipe Massa poderá responde-la ao vivo. 

Felipe Massa aproveita a pausa no calendário da Fórmula 1 para passar um tempo no país. O piloto da Williams está na quinta colocação na disputa entre pilotos do Mundial de F-1, que é liderando pelo britânico Lewis Hamilton. O próximo Grande Prêmio a ser disputado é o da Espanha, que acontecerá no dia 10 de maio.

domingo, 15 de março de 2015

Hamilton vence fácil GP da Austrália do 'resta um'. Massa é quarto e Nasr termina em histórico quinto lugar*

*Por: Grande Prêmio

Como já se previa, a Mercedes deu um passeio em Melbourne. Não tomou conhecimento de ninguém e tratou de assegurar a primeira dobradinha de 2015. E com Lewis Hamilton. Ou seja, o inglês deu o pontapé inicial na temporada do mesmo jeito que terminou em 2014: vencendo. E bem. O atual campeão converteu a pole avassaladora do sábado em uma vitória acachapante neste domingo (15), como que diz: ‘Esse titulo já é nosso’. Nico Rosberg até ensaiou uma reação, mas não pôde com a boa forma do companheiro de equipe.

O pódio prateado foi completado por Sebastian Vettel. A Ferrari se deu melhor que a Williams no pit-stop e colocou o alemão em posição de completar o top-3, à frente de Felipe Massa. É justiça dizer que o brasileiro tentou até o fim roubar de volta a colocação, mas não foi desta vez.

O outro Felipe fez história. Nasr tirou tudo que pôde da Sauber, soube segurar com maestria o ímpeto de Daniel Ricciardo nas voltas finais e cruzou a linha de chegada em quinto, se tornando o melhor brasileiro a estrear na F1.

O GP da Austrália também vai ficar conhecido pelos vários infortúnios e pelo grid enxuto. Apenas 15 carros largaram. A formação tão pequena vivida pela F1 foi em 1981, no GP de San Marino, em que 14 bólidos saíram para a corrida.

Confira como foi o GP da Austrália da F1

A abertura da temporada 2015 da F1 nem bem havia começado, e o grid já apresentava desfalques em Melbourne. Pouco antes dos carros irem à pista para a formação das posições de largada, veio a confirmação da Williams que Valtteri Bottas estava fora do GP da Austrália. O finlandês sentiu fortes dores nas costas durante o Q2 e teve seu desempenho no Q3 afetado. Mais tarde, depois de alguns exames, foi constatado que Bottas havia sofrido lesões leves no tecido da parte inferior da coluna. Só aí seriam 17 carros – a Manor Marussia, embora na pista, não teve como colocar seus dois pilotos para correr durante o fim de semana australiano.

Mas como desgraça pouca é bobagem. Assim que os pits foram abertos, 30 minutos antes da largada, Kevin Magnussen já apareceu lento pela pista, com uma fumaça suspeita na traseira do MP4-30. Era o motor da Honda que abria o bico. Fim de história. 16 carros largariam, porém... Menos de um minuto depois, Daniil Kvyat ficou parado. Falha no câmbio da Red Bull provocou a parada e tirou o russo da etapa no Albert Park. 15 carros, então, alinharam no grid para a primeira corrida do ano.

Eis aí a turma de 2015 em foto antes da largda (Foto: Getty Images)

Dito tudo isso, vamos para a primeira largada de 2015. Quando as luzes se apagaram na ensolarada e quente Melbourne, o pole Lewis Hamilton saiu em linha reta, tracionou bem e não deu chances para o colega Nico Rosberg, que acompanhou de longe até a primeira curva. Felipe Massa também partiu em segurança do terceiro posto, trazendo Sebastian Vettel em quarto. 
 
E Kimi Räikkönen foi quem estava no meio da primeira confusão do ano, quando houve um toque com Vettel. Mais lento pelo lado de fora da curva 1, o finlandês ficou refém da situação. Felipe Nasr e Pastor Maldonado, que vinham logo atrás, tentaram evitar um choque o ferrarista. O brasileiro teve sucesso, o venezuelano não. Com o choque, Maldonado foi parar na barreira de pneus da curva 2, abandonando, assim, a prova. O safety-car imediatamente foi chamado.

A ordem nesse momento era: Hamilton, Rosberg, Massa, Vettel, Carlos Sainz, Nasr, Daniel Ricciardo, Räikkönen, Max Verstappen, Nico Hülkenberg, Sergio Pérez, Marcus Ericsson, Jenson Button e Romain Grosjean.

Com a corrida sob bandeira amarela, Ericsson e Grosjean foram aos boxes. O sueco aproveitou para mudar os pneus médios pelos macios. Já o francês teve parar de vez.

A prova ganhou velocidade novamente na abertura da terceira volta. E Hamilton tratou de novo de manter a ponta, com vantagem para Rosberg. Massa seguiu os dois, trazendo Vettel. Pouco mais atrás, Nasr veio forte e já superou Sainz na primeira curva — o espanhol ainda perderia lugar para Ricciardo. Enquanto isso, Räikkönen segurava o ímpeto de Verstappen.

Lá na frente, Lewis ia tentando manter Nico sob controle, a diferença estava acima de 2s. Massa vinha a 2s5 de Rosberg, com Vettel seguindo de muito perto. Nasr estava mais longe, 4s do alemão da Ferrari, mas já tinha no encalço Ricciardo, Sainz e Räikkönen. Verstappen e Hülkenberg completavam o top-10, mas vinham distante do grupo intermediário — 2s era a desvantagem.

Não demorou nada, e o finlandês da Ferrari passou o espanhol da Toro Rosso, se aproximando agora de Ricciardo. Mais à frente, Vettel reduzia a diferença para Massa, apenas 0s6 separava dos dois. Na ponta, Hamilton e Rosberg já protagonizavam o gato e rato, com o alemão se alternando nas voltas rápidas. A vantagem do líder variada de 1s2 a 1s5. Tudo isso com dez voltas.

A ordem, portanto, era: Hamilton, Rosberg, Massa, Vettel, Nasr, Ricciardo, Räikkönen, Sainz, Verstappen, Hülkenberg, Ericsson, Button e Pérez. Aliás, estes dois últimos acabaram se tocando em uma tentativa de ultrapassagem mal sucedida do mexicano na curva 3, que acabou rodando.

A volta 16 marcou o pit-stop de Räikkönen. Parada muito ruim para o finlandês. Os mecânicos da Ferrari tiveram dificuldades em encaixar o pneu traseiro esquerdo. Kimi perdeu muito tempo e voltou no fundo do pelotão, atrás de Ericsson.

Na pista, Hamilton e Rosberg continuavam se revezando nas voltas mais rápidas. Enquanto isso, a Williams chamava Massa para a troca de pneus no giro 22. O brasileiro voltou atrás de Ricciardo e perdeu tempo tentando superar o piloto da Red Bull. O australiano entrou no fim daquela volta, abrindo, assim, a passagem para Felipe. Mas já era tarde, e isso cobraria seu preço mais tarde.

Vettel entrou dois giros depois. Pit-stop perfeito da Ferrari agora, o que permitiu ao tetracampeão retornar à pista na frente de Massa.
A Mercedes veio aos pits logo em seguida, primeiro com Hamilton na 26 — Nasr seguiu o inglês nos boxes. Rosberg parou no giro seguinte. As posições entre os prateados, entretanto, não mudou depois das paradas. Todo mundo aí foi buscar os pneus médios nessa fase da prova.

Com 30 voltas e depois da rodada de pits, a ordem da prova era: Hamilton (+2s2), Rosberg, Vettel, Massa, Räikkönen, Verstappen, Nasr, Ricciardo, Hülkenberg e Ericsson. De todos aí, apenas o holandês vinha sem paradas, e, com exceção do finlandês e do sueco, todo mundo vinha andando em cima dos pneus médios.

Isso mudaria a seguir com o pit-stop de Verstappen. Aliás, o jovem de 17 anos não pôde ir mais além. O motor o traiu. Assim, na volta 34, o mais jovem estreante da F1 abandonava a prova.

De volta à pista, Hamilton liderava com 1s6 de vantagem para Rosberg. Vettel vinha seguro em terceiro, à frente de Massa, que tinha Räikkönen no encalço. Mais atrás, Nasr tentava se livrar de Ricciardo, que tinha boa vantagem para Hülk, Ericsson e Sainz fechavam o top-10.

Aí a corrida alcançou a volta 40. E foi nela que Räikkönen foi chamado pela Ferrari para trocar os pneus macios pelos médios. Só que de novo uma falha no encaixe comprometeu a prova do finlandês. E comprometeu bem. Na volta à pista, Kimi sentiu que algo estava errado e, sem opção, teve de abandonar.

Assim, como a saída do campeão de 2009, Nasr subiu para quinto, sempre seguido por Ricciardo. A briga entre os dois se tornavam cada vez mais acirrada, assim como a disputa entre Vettel e Massa.

O brasileiro da Williams vinha tirando diferença para o ferrarista, ameaçando o pódio do alemão. Lá na frente, Hamilton cravava volta mais rápida em cima de volta mais rápida, como forma de mostrar a Rosberg que qualquer reação seria em vão.
 
Lewis Hamilton venceu na Austrália (Foto: Getty Images)
 
E assim teve fim o primeiro GP de 2015. Lewis Hamilton fechou a etapa australiana com a primeira vitória na temporada, comandando a dobradinha da Mercedes. Sebastian Vettel garantiu o pódio na primeira prova pela Ferrari, tendo Felipe Massa em quarto. Já Felipe Nasr foi o melhor brasileiro a estrear na F1 com o ótimo quinto posto, segurando Daniel Ricciardo até o fim.

A colocação de Nasr foi ainda mais impressionante, levando em consideração que a Sauber não somou sequer um ponto em 2014. Também é a melhor estreia de um novato da equipe suíça, superando o sexto lugar de Kimi Räikkönen na Austrália em 2001. Nico Hulkenberg ainda colocou a Force India em sétimo, à frente de outro carro da Sauber, o de Marcus Ericsson.

O novato Carlos Sainz Jr. foi o nono, enquanto Sergio Pérez finalizou em décimo, depois de uma última ultrapassagem em Jenson Button já no fim da corrida. Um alento também para a McLaren, que conseguiu terminar a prova, apesar de todos os problemas.

A F1 volta daqui a duas semanas, em Sepang, na Malásia.

sábado, 14 de março de 2015

Hamilton ganha primeira batalha interna contra Rosberg sai na pole na Austrália. Massa é 3º e Nasr quase vai ao Q3‏*


O ano virou, mas o domínio da Mercedes e de Lewis Hamilton continua o mesmo. O atual campeão mostrou força e venceu a primeira batalha interna da temporada 2015 da F1, ao conquistar com maestria e frieza a pole-position para o GP da Austrália, na tarde deste sábado (14) em Melbourne, madrugada no Brasil.


O britânico de 30 anos deu o pontapé inicial na luta pelo tri com o tempo de 1min26s237. Já Nico Rosberg errou na primeira volta rápida da fase final da classificação e teve de se contentar com o segundo posto do grid, com uma diferença de mais de meio segundo para o colega de equipe.

A Williams recuperou seu posto de melhor do resto com Felipe Massa. Com uma volta precisa nos instantes finais, o brasileiro virou 1min27s718 e garantiu o terceiro lugar, ainda que 1s3 atrás de Lewis. O desempenho de Massa empurrou Sebastian Vettel e a Ferrari para o quarto posto.

Kimi Räikkönen abre a terceira fila e terá Valtteri Bottas a seu lado no grid. Daniel Ricciardo tentou levantar a torcida no fim, mas vai sair mesmo do sétimo posto, à frente do novato Carlos Sainz Jr. As duas Lotus fecham o top-10, com Romain Grosjean melhor que Pastor Maldonado. Já o outro Felipe, o Nasr, passou muito perto do Q3 e vai sair em 11º neste domingo, na estreia na F1. 
Confira como foi a definição do grid da F1 para o GP da Austrália

A primeira sessão classificatória de 2015 começou com um novato na pista. O espanhol Carlos Sainz Jr. foi quem primeiro cruzou os pits para ganhar o asfalto do parque Albert no início do Q1. O jovem estreante da Toro Rosso foi seguido pela dupla da Lotus, pelo companheiro Max Verstappen, pelas duas Sauber e por Daniel Ricciardo. Todos deixaram os boxes calçados com os pneus médios.
Um instante mais tarde, a Mercedes mandou seus dois pilotos, que foram seguidos por Kimi Räikkönen, que já veio usando os pneus macios – único neste primeiro momento.

Aí que Felipe Nasr já inaugurou a tabela com 1min32s540, liderando um pelotão inicial que tinha ainda Verstappen, Carlos Sainz Jr., Daniel Ricciardo, Ericsson, Romain Grosjean e Pastor Maldonado.

Sebastian Vettel imitou o companheiro de Ferrari na sequência e também saiu com os macios. Por isso, não teve dificuldade de superar o então líder Räikkönen. O alemão encabeçava a lista de tempos com 1min29s307.

Nesse meio tempo, muita gente escapava da pista, entre eles Jenson Button, Nico Hülkenberg, que saíram na curva 1, e Carlos Sainz Jr. Outro drama vivia Daniil Kvyat. Informações davam conta de um problema no RB11 do russo, ainda na garagem.

Enquanto isso, Lewis Hamilton e as duas Williams também já estavam na pista, sempre com pneus médios. Assim, a tabela já mostrava a realidade da F1. Hamilton liderava com 1min28s586, seguido por Rosberg, Vettel, Bottas, Räikkönen, Massa, Hülkenberg, Verstappen, Grosjean, Pérez, Kevin Magnussen, Button, Ericsson, Ricciardo e Nasr. Kvyat e as dupla da Manor, Will Stevens e Roberto Merhi, seguiam sem tempo.

Dessa gente toda, apenas as duas Mercedes e das duas Williams tinham tempos registrados sem o uso dos macios.

Os dois minutos finais dessa primeira parte da classificação foram agitados, com os 18 pilotos na pista, incluindo Kvyat e sua problemática Red Bull. A Manor, entretanto, teimava em não sair.

Portanto, o resultado final desse Q1 viu Hamilton e Rosberg à frente, seguidos por Massa, que fez uma volta muito boa no minuto final, e por um impressionante Verstappen. Vettel, Grosjean, Sainz, Bottas, Hülkenberg e Räikkönen fecharam a lista dos dez melhores, sendo que Ricciardo, Maldonado, Pérez, Kvyat e Nasr conseguiram integrar a folha dos classificados para o Q2.

Já os eliminados foram: Ericcson, Button e Magnussen - estes dois últimos apenas confirmaram a frágil situação da McLaren em 2015. É a pior classificação da história da equipe inglesa na F1

A Manor Marussia, apesar do esforço épico, ficou mesmo de fora do GP da Austrália.

Os 15 minutos de Q2 tiveram início com Felipe Nasr sendo o primeiro a ir para a pista. O brasileiro da Sauber tacou os pneus macios já no primeiro stint. Valtteri Bottas e os dois pilotos da Force India logo se juntaram a Felipe na pista. Também calçados com os compostos de risca amarela.

A volta de Nasr foi em 1min29s614, quase três décimos melhor que a de Nico Hülkenberg, o segundo colocado nessa fase inicial. Mas não tardou para Bottas cravar 1min28s012 e se posicionar na ponta.

Foi então que Lewis Hamilton botou ordem na casa. Com os laranja, o inglês assustou com 1min26s894, contra 1min27s097 do colega Nico Rosberg, que o seguia na pista. Vettel, 0s7 atrás dos carros prateados, aparecia em terceiro como melhor do resto, à frente de Räikkönen, Bottas, Massa, Sainz, Grosjean, Ricciardo e Verstappen completavam o top-10 pouco mais de cinco minutos para o fim da parte intermediária da sessão.

Como de costume, os minutos finais viram uma pista congestionada. E a lista dos classificados mudou até a bandeirada. Hamilton, Rosberg e Vettel se mantiveram no top-3. Já Bottas pulou para quarto, empurrando Räikkönen para quinto. Massa se garantiu com um sexto tempo.

Felipe Nasr vai largar em 11º em Melbourne (Foto: Getty Images)

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Hamilton tira Massa da liderança e volta a colocar Mercedes na frente no penúltimo dia de testes da F1 em Barcelona*

*Por: Grande Prêmio

A Mercedes tornou a liderar um dia de testes da F1 em 2015. Neste sábado (28), Lewis Hamilton foi o dono da melhor marca entre os nove pilotos que treinaram no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. E usando pneus mais duros do que os adversários mais próximos.

Até a hora do almoço, a liderança pertencia a Felipe Massa e à Williams com um tempo de 1min23s262 nos compostos supermacios. Kimi Räikkönen, também com os supermacios, virou 1min23s276 na Ferrari.

Hamilton, à tarde, anotou 1min23s022 com os pneus macios no carro da Mercedes — equipe que segue sem usar os compostos mais moles que tem à disposição.

Lewis Hamilton liderou no Circuito da Catalunha (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

Mas não foi um dia de tanta quilometragem para a Mercedes, não perto do que o time já chegou a fazer nesta pré-temporada. Hamilton ficou um bom tempo parado nos boxes enquanto a equipe executava mudanças na parte mecânica do carro — nenhum problema foi confirmado.

Hamilton foi, portanto, 0s240 mais veloz que Massa, este sim dono de uma boa quilometragem. O brasileiro passou das 100 voltas e não enfrentou problemas. Ele tem comemorado a boa confiabilidade do seu carro. Räikkönen seguiu imediatamente atrás até o fim da tarde e fechou em terceiro lugar.

O dia teve pouquíssimas interrupções, ao menos até a hora final. Foi só então que aconteceram as duas bandeiras vermelhas do sábado. A primeira delas, causada pela Sauber de Marcus Ericsson. A segunda, pela Toro Rosso de Carlos Sainz. Ambos, no entanto, passaram confortavelmente das 100 voltas antes de enfrentarem as falhas mecânicas.

Sainz foi o quarto colocado, à frente de Romain Grosjean com a Lotus, e de Ericsson.

Hülkenberg, sétimo colocado, surprendeu pela excelente quilometragem. O segundo dia da vida do VJM08 da Force India foi ainda melhor que o primeiro, permitindo ao alemão completar 157 giros. Ninguém andou mais que ele, que igualou o total rodado por Nico Rosberg no primeiro dia de trabalhos da pré-temporada, em Jerez.

A McLaren Honda tornou a andar pouco. Kevin Magnussen, reserva do time, teve uma manhã tranquila e deu 38 voltas. À tarde, quando foi retomar as atividades, notou um vazamento de óleo que veio a encerrar os trabalhos. A equipe explicou que o vazamento aconteceu em um local muito fundo do chassi e era melhor fazer uma boa investigação para que Jenson Button tivesse um domingo livre de problemas.

O último dos 12 dias de testes da F1 antes de o campeonato de 2015 começar acontece neste domingo, também em Barcelona. A sessão vai das 5h às 14h (horário de Brasília) e será acompanhada AO VIVO e em TEMPO REAL pelo GRANDE PRÊMIO.

F1, Treinos coletivos, Barcelona, dia 7:

 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Williams anda rápido pela primeira vez, e Massa lidera quinto dia de testes de pré-temporada em Barcelona*

*Por: Grande Prêmio

Felipe Massa foi o piloto mais rápido do quinto dia de testes da F1 em Barcelona. Na primeira vez em que a Williams resolveu andar um pouco mais veloz, o brasileiro colocou pneus macios para cravar 1min23s500, o tempo mais rápido de todas as sessões de treino realizadas no Circuito da Catalunha.

A Williams, que havia prometido realizar uma simulação de classificação nesta semana em Barcelona, enviou Massa à pista com os compostos de banda amarela. Ele retornou aos boxes imediatamente após marcar este tempo. A melhora em relação aos pneus médios foi de 1s1.

Até então, o melhor tempo dos pneus macios havia ficado na casa de 1min24s5, na semana passada, com Daniel Ricciardo. Massa havia feito 1min26s com estes mesmos compostos na última sexta-feira.

Na comparação com a Mercedes, o melhor tempo das Flechas Prateadas continua sendo o 1min24s321 anotado por Nico Rosberg no domingo, com pneus médios. Portanto, se o alemão melhorar o mesmo que o brasileiro conseguiu, será 0s3 mais rápido. Nesta quinta-feira, Lewis Hamilton fez 1min24s881 com os médios antes de perder o restante do dia com um problema no MGU-K do F1 W06 Hybrid.

Hamilton, no entanto, foi o terceiro colocado. No fim da tarde, Marcus Ericsson usou pneus supermacios para marcar 1min24s276 — ainda acima do melhor tempo deste tipo de composto, conquistado por Romain Grosjean no domingo.

Felipe Massa foi o mais rápido da quinta-feira (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
O que chamou a atenção com relação a Ericsson foi um long-run que ele realizou durante a tarde, com tempos bastante consistentes em torno de 1min30s-1min31s enquanto ele usava pneus médios. Com pneus duros, o ritmo passou a oscilar mais. Felipe Nasr declarou no fim de semana que melhorar esse aspecto do carro era importante para o campeonato.

Em termos de bandeiras vermelhas e paralisações, o dia foi bastante tranquilo. Houve uma pausa de menos de dois minutos pela manhã depois que Daniil Kvyat ficou parado no fim do pit-lane e outra de 12 minutos à tarde devido à quebra da Toro Rosso de Carlos Sainz. Apesar disso, ambos voltaram a andar e passaram da casa das 70 voltas.

Kvyat foi o quarto colocado, com Romain Grosjean completando o top-5.

A McLaren Honda pouco andou. Somente sete voltas foram percorridas por Jenson Button antes que um vazamento no sistema hidráulico exigisse a troca do motor. Seu melhor giro cronometrado foi de 1min31s479.

A equipe acabou sendo mais notícia fora da pista do que dentro, com uma coletiva realizada por Ron Dennis para falar a respeito de Fernando Alonso. Ele admitiu que o espanhol ficou inconsciente após o acidente do último domingo, mas reafirmou que nenhuma lesão foi encontrada nos exames.

As atividades da F1 em Barcelona serão retomadas nesta sexta-feira com acompanhamento AO VIVO e em TEMPO REAL do GRANDE PRÊMIO. O treino começará às 5h (de Brasília).

F1, Treinos coletivos, Barcelona, dia 5:

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Maldonado lidera testes da F1 em Barcelona pela segunda vez na semana. Massa termina em sétimo*

*Por: Grande Prêmio

Pastor Maldonado liderou os treinos coletivos da F1 em Barcelona pela segunda vez em três dias. No circuito em que conquistou sua única vitória na categoria, há três anos, o venezuelano da Lotus cravou 1min24s348 com pneus supermacios na tarde deste sábado (21) e assim desbancou o líder do período da manhã, Max Verstappen.

O holandês de apenas 17 anos também calçou supermacios e andou leve em seu melhor giro, ainda antes do almoço, e foi o que mais quilômetros percorreu: quase 600 km. Foram 129 voltas, praticamente dois GPs da Espanha completos.

Verstappen ainda provocou uma bandeira vermelha no fim do dia, ao ficar parado na saída dos boxes, a menos de meia hora do encerramento das atividades.

Lewis Hamilton foi o terceiro colocado com a Mercedes, marcando 1min26s076 no melhor de seus 96 giros.

Pastor Maldonado, duas vezes o mais veloz em Barcelona (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
Os treinos coletivos deste sábado já começaram atípicos. Em apenas 1min25s a bandeira vermelha foi acionada pela primeira vez. A razão foi uma saída de pista de Sebastian Vettel após a curva 4. Ele não chegou a bater, mas se viu parado na caixa de brita e só saiu de lá guinchado. Hamilton, que também estava na pista para uma volta de instalação, relatou que o traçado estava escorregadio. O alemão acabaria o dia com mais de 100 voltas e o quinto lugar.

Além da paralisação causada por Vettel, uma outra ocorreu ainda na manhã no momento em que a McLaren de Jenson Button parou na curva 7. Isso, um dia depois que Fernando Alonso conseguiu treinar sem grandes dificuldades com o MP4-30. Foram mais cinco voltas até a pausa do almoço e uma longa espera à tarde até que se descobrisse que o problema foi similar ao que havia sido registrado com o mesmo Button na quinta-feira. Para poder seguir rodando neste sábado, foi preciso reduzir a potência do MGU-K. Um novo selo do sistema de recuperação de energia cinética será colocado no carro para o teste de Alonso no domingo.

Marcus Ericsson foi quarto com a Sauber depois de passar praticamente toda a manhã esperando a equipe executar a troca da caixa de câmbio do C34. Seu melhor tempo foi 1min26s340.

Daniil Kvyat foi mais um que deu mais que 100 voltas, terminando em sexto, seguido por Felipe Massa, que andou somente na parte da manhã. À tarde, Valtteri Bottas entrou no cockpit e participou de muitas simulações de pit-stop antes de realmente se preocupar em marcar tempos. Seu melhor foi 1min27s556.

As atividades serão retomadas neste domingo (21) com o quarto e último dia de testes da segunda bateria da pré-temporada. Devido ao término do horário de verão, os treinos terão início às 5h (de Brasília) e se encerrarão às 14h. O GRANDE PRÊMIO cobre tudo AO VIVO e em TEMPO REAL.

F1, Treinos coletivos, Barcelona, dia 3:

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Tempos da manhã não mudam, e Ricciardo fecha sexta-feira na ponta em Barcelona*

Por: Grande Prêmio

A volta que Daniel Ricciardo deu no período da manhã se manteve como a melhor do dia até o encerramento das atividades desta sexta-feira em Barcelona. Felipe Massa se aproximou no final, mas foi terceiro.

Pela primeira vez na pré-temporada da F1 em 2015, a Red Bull terminou um dia na liderança. Daniel Ricciardo fez seu melhor tempo ainda no período da manhã e mesmo assim se manteve até o encerramento das atividades desta sexta-feira (20) à frente da concorrência.

Ricciardo cravou 1min24s574 usando pneus macios pouco antes do almoço, em uma volta lançada, para desbancar o então líder Sergio Pérez. Kimi Räikkönen foi pelo mesmo caminho e anotou 1min24s584, apenas 0s010 atrás. Enquanto isso, Felipe Massa aapreceu no fim da tarde, também com pneus macios, para ficar a menos de um décimo de segundo da dupla: 1min24s672.

Claro que o resultado de um dia de testes de pré-temporada não quer dizer muita coisa, mas essas três equipes vem se apresentando como as principais candidatas à briga pelo posto de segunda força na F1 em 2015.

A Red Bull também pode comemorar outra coisa além do tempo de volta: a ótima quilometragem. No melhor dia de trabalhos dos rubro-taurinos até aqui, Ricciardo deu 137 voltas com o RB11, enfim livre de problemas. Muitas delas foram ainda no período da manhã em meio a simulações de pit-stop — o australiano ficou mais de uma hora entrando e saindo dos boxes para permitir o treino dos mecânicos.
Fernando Alonso (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
Mas teve uma equipe que andou mais que a Red Bull, e você certamente deve ter pensado na Mercedes. Ao todo, foram mais de 150 giros.

A equipe, para isso, resolveu poupar Rosberg, que só andou pela parte da manhã. O alemão ainda está se recuperando de uma lesão no pescoço. À tarde, Lewis Hamilton retornou ao carro depois de passar mal na quinta-feira e chegou às 90 passagens.

Outro foco de enorme interesse na pré-temporada, a McLaren Honda teve seu melhor dia de trabalhos: 59 voltas com Fernando Alonso ao volante. O time ainda não tinha andado tanto em um único dia. O trabalho consistiu em checagens referentes à confiabilidade do carro, o que deve seguir assim pelo restante da semana. A performance só deve ser testada na última bateria de testes da pré-temporada.

As paralisações foram poucas: a única realmente mais demorada se deu quando Carlos Sainz saiu da pista na curva 9, parando na área de escape. Pela manhã e à tarde, respectivamente, a Red Bull e a Sauber haviam estacionado na saída dos boxes.

Os trabalhos da pré-temporada vão continuar neste sábado, a partir das 6h (de Brasília), com acompanhamento AO VIVO e em TEMPO REAL do GRANDE PRÊMIO.
F1, Treinos coletivos, Barcelona, dia 2:

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Verdades reveladas

Por: Edu Carvalho.

A Fórmula 1, como qualquer outro esporte, apresenta muitas lendas e mitos. Todo bom espaço para discussões deve primar pela pluralidade e pelo respeito a visões alternativas e mais realistas.

Abaixo segue uma lista com verdades que não só precisam ser lidas, mas, acima de tudo, expostas:

- “O Vareio” nunca existiu. Ele não passa de uma invenção de cérebros maquiavélico-cornetas. Massa nunca recebeu aval da Ferrari para lutar de igual para igual com o Ladrón de Maranello (F.Alonso), isto é, nunca houve de verdade disputa entre eles, o que significa para qualquer ser racional uma só certeza: O vareio é uma invenção, ele não existe no mundo real.

- Fernando Alonso (também conhecido como Lolo, Choronso, Ladrón de Maranello) não é, nem de longe, o melhor piloto da atualidade. Provas disso são: Venceu somente dois campeonatos (e ambos quando tinha o melhor carro do grid), perdeu para um novato quando tinha, novamente, o melhor carro, vem sendo estuprado há anos pela dupla Vettel-RBR e jogou fora dois campeonatos por erros individuais de quem tremeu na base na hora de decidir (largada podre em Abu Dhabi 2010 e largada mais podre ainda no GP Japão 2012). Além de tudo isso, o espanhol é hipócrita e desonesto, sempre tentando tirar o mérito dos adversários que o vencem.

- “A Bottada” é irmã do Vareio, isto é, tem a mesma origem. É filha caçula da mente perversa de cornetas que perseguem a todo custo o mais talentoso piloto brasileiro desde Ayrton Senna: Felipe Massa. Assim como seu irmão mais velho, a Bottada também é uma invenção e só existe no mundo da fantasia. Garanto: Calculando corrida por corrida, perfórmance por perfórmance, excluindo, obviamente, os problemas que o Massa teve, o mesmo teria terminado à frente do Bottas em pontos e o Masseio já seria perceptível. Infelizmente, nosso grande Massa teve uma temporada atípica e de muito azar em 2014, mas a história será diferente em 2015.

- Lewis Hamilton é a maior farsa da história da Fórmula 1. Sendo considerado por muitos o piloto mais rápido em ritmo de corrida desde Senna, o inglês sempre teve a seu lado os melhores carros e, como se isso não fosse suficiente, ainda foi, por muitíssimo tempo, protegido pelos seus chefes de equipe. Sua trajetória na Fórmula 1 é um claro exemplo de "estar no lugar certo na hora certa", o primeiro campeonato vencido por ele foi sobre o destemido Massa na última curva da última volta da última corrida do campeonato: Não há campeonato mais circunstancial e injusto que esse! Na referida temporada, contou com falhas da Ferrari e uma dose cavalar de sorte. Nem sempre os melhores e mais merecedores vencem – essa máxima resume a temporada de 2008. Em 2014 não foi diferente: A partir de um incidente normal de corrida na Bélgica, conseguiu unir todo o time contra o parceiro de equipe, Nico Rosberg, que, infelizmente, de mãos atadas, teve que se conformar com um amargo e injusto vice-campeonato.

- Sebastian Vettel é o mais completo piloto do grid e também o mais injustiçado. Hamilton e Alonso buscam sempre puxar saco um do outro e boicotar o alemão que tem o mesmo número de títulos que os dois juntos. Vettel, há anos, mostra que tem braço e força mental para ganhar campeonatos perdidos como os de 2010 e 2012, mas, mesmo assim, raramente tem seu talento reconhecido pelos fãs do inglês e espanhol invejosos, ah, e de ambos também.

- Felipe Massa é mais piloto que Rubens Barrichello. Basta analisar temporada por temporada e tudo se torna claro. Até campeonato o Massa já disputou, enquanto Rubinho teve que se contentar em ser capacho do Schumi por anos a fio. De que adianta ter mais perícia na chuva se ser primeiro piloto é o que conta? Massa, mesmo que apenas por duas temporadas, foi 1º piloto da Ferrari e é hoje o da Williams – e o Rubinho? Comandou em algum momento?

Para refletir.

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