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sábado, 18 de abril de 2015

Podcast 2015 #04 | GP da China

Alguns representantes da rede F1 - Fórmula 1 fizeram análises excelentes do GP da China, reclamando da chatice do GP em função do horário (3h da manhã), o piti do Rosberg após a corrida, a narração do Cleber Machado, as maldonadices ao longo da prova, duelos internos, equipes melhorando e piorando, entre outras zoeiras internas que só o nosso povo vai entender. Tudo isso com a competência e a irreverência que nós conhecemos e amamos. Vale a pena ouvir e divulgar :D

Quem participou da quarta edição de 2015: 

Coordenação
- Thiago Jones
Apresentação - Will Rauber
Comentaristas - Thiago Jones, Diego Madruga, Roberto Sabbag e Thales Toledo.
Ouvindo em OFF - Débora Longen, Camila Kaihatsu e Leandro Santos.

Acesse o link abaixo, que direciona ao soundcloud, ouça o podcast onde e quando quiser - faça download pra não depender da internet e poder ouvir no ônibus, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê!

Podcast 2015 #04 | GP da China - https://soundcloud.com/thiago-jones-2/podcast-china



Para saber como concorrer a uma das disputadíssimas vagas no time do podcast, clique aqui.

domingo, 12 de abril de 2015

Hamilton controla corrida e vence de ponta a ponta em dobradinha da Mercedes na China. Massa é quinto*

*Por: Grande Prêmio

Fácil, extremamente fácil. Se em Sepang, há duas semanas, o forte calor e a entrada do safety-car jogaram contra Lewis Hamilton, o GP da China devolveu o dono do melhor carro do grid ao topo do pódio. Líder dos três treinos livres do fim de semana e pole-position da terceira etapa da temporada 2015, o bicampeão do mundo não teve nenhuma dificuldade para vencer a corrida deste domingo (12) em Xangai. Soberano ao longo de toda a prova, o piloto da Mercedes só perdeu a liderança para Nico Rosberg quando foi aos boxes realizar seus dois pit-stops. De resto, foi um verdadeiro passeio. Lewis garantiu sua segunda vitória na temporada, a quarta em Xangai e a 35ª da carreira. Opaco em todo o fim de semana, Rosberg, em momento algum, chegou a ameaçar seu companheiro de equipe e teve de se contentar com o segundo lugar.

Em que pese não ter conseguido brigar de forma ativa pela vitória neste fim de semana, Sebastian Vettel terminou o GP da China com outra performance muito positiva neste seu início de trajetória pela Ferrari. Com um ritmo de corrida bastante consistente do início ao fim das 56 voltas de prova, o tetracampeão mundial não deixou a dupla da Mercedes se desgarrar na frente e por vezes fez tempos de volta melhores em relação a Hamilton e Rosberg, chegando a impor uma pressão no piloto alemão. No fim, Seb cruzou a linha de chegada em terceiro e evidenciou mais um passo à frente da Ferrari, cada vez mais próxima da rival Mercedes.

Kimi Räikkönen ficou novamente atrás de Vettel. Desta vez, contudo, o finlandês fez uma corrida limpa e não enfrentou os problemas que marcaram sua jornada na Malásia. Ainda assim, o piloto não chegou a fazer frente ao seu companheiro de Ferrari. Com bom ritmo de corrida, Kimi teve um domingo relativamente tranquilo e conseguiu finalizar em quarto, logo à frente de Felipe Massa.

Na largada, o brasileiro da Williams acabou perdendo duas posições com o assédio do companheiro Bottas pela parte externa do curvão, também sendo superado por Räikkönen. Na briga entre os finlandeses, o mais velho partiu para cima do mais novo na curva 3, e foi aí que Massa se aproveitou para ao menos recuperar um posto perdido. Bem, e basicamente foi isso. A Williams não tinha ritmo algum para seguir a Ferrari, que foi para as cabeças incomodar a dupla da Mercedes. Da mesma forma, era melhor que as Lotus, que se surgiram como quarta força da corrida. Pode-se dizer, então, que Massa fez uma corrida solitária com Bottas. É o segundo quinto/sexto lugares seguidos da equipe de Grove na temporada.

Livre dos problemas com o diferencial da sua Sauber que prejudicaram seu fim de semana na Malásia, Felipe Nasr teve outro desempenho de destaque em seu ano de estreia na F1. O jovem brasiliense largou em nono e ao longo de praticamente toda a prova esteve na zona de pontuação. Aproveitando também do bom rendimento do C34 equipado com a unidade de força da Ferrari, Nasr voltou a marcar pontos ao terminar a corrida deste domingo em oitavo lugar.

Lewis Hamilton venceu pela quarta vez Xangai (Foto: AP)

Confira como foi o GP da China de F1

Quando o grid se formou na reta principal de Xangai, a temperatura ambiente era amena, na casa de 21ºC, mas, no asfalto, os termômetros já registravam 47ºC, muito devido ao sol que brilhava no céu azul chinês. Na formação das posições de largada, com exceção de Daniil Kvyat, da Red Bull, e Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso — que optaram pelos médios —, todo o resto decidiu sair com os pneus macios — como se sabe, a turma do top-10 precisa começar a prova com os compostos escolhidos ainda na fase intermediária da classificação.

Ao fim da volta de apresentação, o pole Lewis Hamilton já deixou evidente o ataque que faria a seguir. O inglês alinhou o W06 #44 atravessado na marca da posição de honra do grid. Por isso, quando as cinco luzes se apagaram, Lewis tocou o carro para cima de Nico Rosberg e fechou a porta, contornando sem problemas a primeira curva. Rosberg se colocou logo atrás, na segunda colocação. Sebastian Vettel, por sua vez, não teve chance de ameaçar as Mercedes, mas foi capaz de manter o terceiro posto.

Já Felipe Massa viveu uma largada tumultuada. Primeiro, o brasileiro perdeu o quarto lugar para o colega Valtteri Bottas, que saiu muito bem da quinta posição. O finlandês se colocou por fora na primeira curva e acabou levando vantagem na sequência para se manter à frente. Mas isso mudaria em seguida. 
 
Isso porque Kimi Räikkönen veio ainda melhor. O nórdico da Ferrari passou rapidamente por Massa e foi logo para cima de Bottas. Sem demora, Räikkönen ultrapassou o compatriota da Williams e assumiu o quarto posto. E quem aproveitou a disputa dos dois finlandeses foi Massa, que soube recuperar posição em cima do companheiro de equipe.

Lewis Hamilton mantém a ponta na largada do GP da China em Xangai (Foto: AP)

Um pouco mais atrás, Daniel Ricciardo, que estava em sétimo no grid, saiu muito mal e perdeu diversas posições. E quem se aproveitou da quase não largada do australiano foi Romain Grosjean, que pulou para sétimo, e Felipe Nasr, que passou a ser oitavo.

Assim, a ordem na primeira volta era: Hamilton, Rosberg, Vettel, Räikkönen, Massa, Bottas, Romain Grosjean, Felipe Nasr, Marcus Ericsson e Pastor Maldonado.

Ainda mais no fundo do pelotão, Carlos Sainz acabou rodando e caindo lá para trás, em 18º, atrás dos dois carros da McLaren. Mais à frente, Ricciardo se viu em uma briga com o companheiro pelo 14º posto. Enquanto, Maldonado já aparecia em nono, depois que superou Ericsson — que chegou a perder ritmo por um instante mais tarde e acabou perdendo posição para Max Verstappen.

No bloco intermediário, a ordem com dez voltas a partir do 11º era: Ericsson, Nico Hülkenberg, Sergio Pérez, Ricciardo, Kvyat, Fernando Alonso, Jenson Button, Sainz Jr., Roberto Merhi e Will Stevens. Hülkenberg abandonou um giro mais tarde.

Lá na frente, Hamilton e Rosberg iniciaram um revezamento de volta rápidas, com vantagem para o inglês. Por isso, a diferença entre eles não passava de 1s. Enquanto isso, Vettel vinha 4s3 atrás. Já Räikkönen acompanhava o companheiro de equipe de perto, enquanto Massa já tinha 2s para Bottas.

No fim da 11ª passagem, Nasr foi o primeiro a parar. O brasileiro da Sauber veio aos boxes buscar os pneus médios. Maldonado veio aos pits uma volta mais tarde.

Aí, novas paradas. Vettel veio no giro 14 e voltou à pista com os macios. Massa e Bottas nas duas passagens seguintes, mas optaram pelos médios. A Mercedes ficou um pouco mais. Hamilton decidiu visitar os boxes no fim do giro 15 e retornou com os macios. Rosberg trocou na seguinte e também saiu com os compostos de cor laranja.

Nesse meio tempo, Kvyat, que havia herdado diversas posições por conta da largada com os pneus médios, surgiu escapando da pista, devido a uma falha do motor Renault. É, a vida na Red Bull não é das melhores...

Depois das paradas, a ordem com 20 voltas completadas era assim: Hamilton (+2s), Rosberg, Vettel, Räikkönen, Massa, Bottas, Maldonado, Grosjean, Nasr, Verstappen — vinha em uma briga ferrenha —, Pérez, Ericsson, Ricciardo, Sainz, Button, Alonso — o espanhol acabara de perder posição para o inglês —, Stevens e Merhi.

Pouco depois, Verstappen finalmente venceu o embate contra Nasr e assumiu o nono posto. Enquanto isso, a briga seguia séria entre Ricciardo e Ericsson pelo 12º posto. Mas o sueco acabou tendo um fôlego depois de um erro do australiano.

Na ponta, Hamilton vinha 2s3 à frente de Rosberg, que já sofria a ameaça de Vettel, que se aproximara perigosamente – a diferença era de 1s5 e caindo. Na verdade, os carros prateados estavam em um ritmo de poupar pneus.

Enquanto Alonso se queixava no rádio da perde de rendimento do motor Honda, o compatriota Sainz apareceu lento na pista, com aparente falha de câmbio. Só que o contratempo durou pouco, e o espanhol da Toro Rosso logo voltou ao desempenho normal.

E quem não dava trégua era Vettel. O alemão da Ferrari imprimiu um ritmo muito forte em cima dos pneus macios do segundo stint da prova e andava perto de Rosberg, guiando em torno de um décimo melhor que o compatriota. Räikkönen vinha um pouco mais trás, mas bem à frente de Massa e Bottas. 

No grupo intermediário, Maldonado, Grosjean, Verstappen e Nasr se mantinham no top-10. Mais atrás, o companheiro de Felipe, Ericsson, tentava, sem muito sucesso, afastar Ricciardo. Os dois brigavam pelo 11º lugar. 
 
O australiano chegou a superar o sueco na volta 28, mas acabou errando de novo na sequência e perdeu a posição, tendo de recomeçar os ataques em seguida. E conseguiu a ultrapassagem na 30ª passagem.

No fim da volta 30, a Ferrari chamou Vettel para os pits. O alemão voltou à pista com os pneus médios e em quarto, logo atrás do colega Räikkönen. Rosberg foi na sequência. Enquanto isso, Hamilton ficou mais um pouco e começou a andar mais forte, deixando evidente que estava apenas controlando a prova, para poupar pneus.

Lewis parou na 34. E voltou em segundo com os compostos médios. Räikkönen, por sua vez, ficou na pista e pulou para primeiro, mas isso durou apenas por uma volta. O finlandês foi aos boxes na passagem seguinte.

E os pits ainda ficaram mais movimentados nas voltas seguintes, com Massa, Bottas, Ricciardo, Alonso e Pérez. Nesse meio tempo, Maldonado passou reto pela entrada do pit-lane e foi parar na brita. O venezuelano conseguiu se recuperar e visitar os boxes. Só que voltas mais tarde, na 42 mais precisamente, Pastor rodou e perdeu muitas posições.

Falando nisso, a ordem depois das paradas de pit era: Hamilton, Rosberg, Vettel, Räikkönen, Massa, Bottas, Grosjean, Verstappen, Nasr, Ricciardo, Ericsson — esses dois, inclusive, repetindo uma disputa que durou praticamente a prova toda, com vantagem para o australiano —, Pérez, Button, Maldonado, Alonso, Sainz, Stevens e Merhi.

A parte final da corrida viu um Hamilton tranquilo e sobrando na frente. Rosberg apenas acompanhava o colega, sem qualquer chance de disputa. Vettel vinha mais atrás, também seguindo os rivais de longe. Räikkönen mantinha foi o quarto posto, à frente das duas Williams.

Na verdade, as voltas finais viram uma curiosa disputa no fundo do grid, entre Button e Maldonado pelo 13º lugar. Os dois chegaram a trocar posições, com Alonso sempre ali na espreita. Apesar de bonitas manobras, Pastor e Jenson acabaram se tocando no fim da reta. Pior para o piloto da Lotus, que foi parar fora da pista. Melhor para Alonso, que tomou as colocações de ambos. Button ficou em 14º. Maldonado, por sua vez, foi obrigado a abandonar. Mas o incidente foi parar na mesa dos comissários.

E essa não foi última grande emoção de pista na China - uma falha no motor da Toro Rosso fez Verstappen parar no meio da reta principal, obrigando o safety-car para encerrar a corrida com duas voltas para o fim. Então, fim de papo.

Hamilton conduziu a Mercedes à vitória, sua quarta em solo chinês e a segunda em 2015. Rosberg completou a dobradinha, à frente do Vettel, que vai de novo ao pódio. Räikkönen foi o quarto. A Williams terminou mais atrás, com Massa à frente de Bottas. Grosjean, Verstappen, Nasr, Ricciardo e Ericsson completaram o top-10. Enquanto a McLaren teve condição de pela primeira vez no ano completar uma corrida com seus dois carros.

E foi isso. Agora, a F1 reúne já no próximo fim de semana na pista do Bahrein, para a quarta etapa da temporada 2015.

F1, GP da China, Xangai, Final:

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Cinco bons motivos para não se perder o GP da China de F1*

*Por: Grande Prêmio

O GRANDE PRÊMIO lista as cinco principais razões para o fã de F1 ficar ligado na terceira etapa do campeonato, que vai ser disputada em Xangai neste domingo
 
 1) AQUI TÁ QUENTE, AQUI TÁ FRIO... 

Se antes era a chuva que poderia modificar as coisas durante uma corrida de F1, o calor da Malásia — e sua condição seca no domingo — mostraram que as temperaturas altas podem desempenhar um novo cenário na F1. Tanto Kimi Räikkönen quanto Sebastian Vettel foram categóricos ao dizer que o sol de rachar coco e fritar ovo foi imprescindível para a vitória do alemão e a recuperação fantástica do finlandês que o levou ao quarto lugar.
 
Por outro lado, o sol forte significou a tortura e o suor mais do que excessivo para a Williams, que jamais esteve próxima de brigar pelo pódio e, como no ano passado, contentou-se com pontos entre Felipe Massa e Valtteri Bottas – aliás, se o GP da Malásia deixasse o calendário, o time de Grove beijaria os pés de Bernie Ecclestone e os lavaria tal qual o papa.
 
Assim, fica a expectativa para ver se as temperaturas mais amenas de Xangai recolocam a disputa entre Ferrari e Williams em equidade ou se o time italiano realmente está à frente pelo melhor conjunto — e não só pelo motor.

Sebastian Vettel durante o segundo treino livre desta sexta-feira em Sepang (Foto: Getty Images)

2) E AÍ, NICO... NECAS?
 
O negócio é o seguinte: são duas provas que Nico Rosberg não faz nem cócegas para Lewis Hamilton. Nas duas, o discurso foi o mesmo: “Não estou guiando o suficiente”. OK. Sinceridade à parte, quais são os motivos para que não guie o suficiente? Não era Nico quem estava com um papo de revanche, neguinha e vingança para a desforra do ano passado, que tinha estudado até o modo como respirava, o jeito que transpirava, sabe-se lá mais o quê? 
 
A verdade é que um novo revés na disputa interna, justamente na pista em que conseguiu sua primeira vitória na F1, começam a corroborar um piloto entregue tal qual foi Mark Webber após o primeiro título de Vettel na Red Bull. É claro que isso faria Hamilton sorrir de orelha a orelha pelas taças que pode colecionar nos anos a seguir.
 
Nico Rosberg durante o terceiro treino livre em Sepang (Foto: Getty Images)
 
3) FELIPE NA REAL
 
Na Austrália, Felipe Nasr teve um desempenho exuberante, em que se pede a circunstância de ter largado num grid com ¼ menor e chegado numa corrida com metade dos carros mais a McLaren arrastada de Jenson Button. Na Malásia, as coisas caminharam para um desempenho oposto: uma classificação em que não foi além do Q1 e um 12º lugar na corrida sem poder brigar pelos pontos.
 
A alegação é que a Sauber não achou o problema no diferencial do carro e que, se Marcus Ericsson tivesse terminado a corrida, brigaria ali com Toro Rosso e Red Bull, ou seja, entre o sétimo e o décimo lugares.
 
O GP da China vem, então, como uma espécie de realidade dos fatos: o que Nasr e a Sauber são capazes de fazer são a Austrália, a Malásia ou um intermédio entre ambas?
 
Felipe Nasr durante a classificação do GP da Malásia (Foto: Getty Images)
 
 
4) QUAL TOURO BUFA MAIS?
 
A Red Bull prometeu que não vai mais falar mal publicamente eda Renault, e vice-versa. Mas isso não significa que o carro que ganhou quatro títulos vá andar melhor. Até porque as duas partes assumidamente têm erros em seu projeto: o chassi RB11 não é lá essas coisas e falta potência no motor da montadora francesa.
 
Com isso, a Toro Rosso, que fez um carro honesto e tem dois pilotos muito mais do que honestos, tem se aproveitado. Neutra na briga, a equipe conseguiu, com Max Verstappen e Carlos Sainz, completar à frente de Daniil Kvyat e Daniel Ricciardo na Malásia sem muita dificuldade. 
 
Será que os touros mais jovens e pobres vão aprontar novamente para a ‘irmã rica’? 

Verstappen passando pelos carros da Red Bull na Malásia (Foto: Getty Images)

5) O PASSO DA McLAREN
 
De fato, a evolução que a McLaren apresentou da Austrália para a Malásia foi notável. Mas nada também que fizessem Jenson Button e Fernando Alonso brigar pela zona de pontos. No caso do inglês, na primeira foi lento, mas terminou a prova. Ao que parece, a McLaren liberou mais potência no motor Honda e viu que não aguenta chegar ao fim, ainda mais de uma prova tão desgastante.
 
Novamente a temperatura deve agir neste caso, e a McLaren tende a andar com mais folga sem se preocupar em estourar suas frágeis unidades. A questão é ver o quanto em mais duas semanas a escuderia vai melhorar em Xangai.

Fernando Alonso não teve como completar o GP da Malásia (Foto: Getty Images)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Nasr diz que reta mais longa da temporada pode ajudar Sauber a voltar aos pontos na F1 no GP da China*

*Por: Grande Prêmio

Após ficar fora da zona de pontuação no GP da Malásia, Felipe Nasr espera conseguir terminar outra vez no top-10 no GP da China deste fim de semana. E ele pensa que o carro da Sauber pode se comportar bem no Circuito Internacional de Xangai.
 
“A pista tem uma combinação de curvas de alta e baixa velocidade, o que exige bem dos pneus e é um desafio encontrar o equilíbrio certo para o carro. Fora isso, o circuito tem uma reta que é a mais longa de todo o calendário. Acho que isso pode ser positivo para nós, pois temos uma boa velocidade de reta”, afirmou o brasileiro.
 
“Como a pista tem curvas de velocidade, tração pode ser importante. Eu estou ansioso por um fim de semana positivo e para marcar pontos outra vez”, disse.
 
Felipe Nasr terminou em 12º na Malásia (Foto: Getty Images)
 
Nasr, quinto colocado no GP da Austrália, teve a oportunidade de conhecer o traçado de Xangai no ano passado com a Williams, participando do primeiro treino livre no lugar de Valtteri Bottas.
 
“Eu nunca corri neste circuito, mas é bom que eu já o conheça”, destacou.
 
A Sauber está na quarta posição do Mundial de Construtores após duas corridas, com 14 pontos somados, à frente da Toro Rosso e da Red Bull.

Chefe da Mercedes descarta pânico após derrota, mas já fala em atualizações antes do planejado no W06*

*Por: Grande Prêmio

A Mercedes voltou a pregar calma e insistiu que não há motivos para pânico depois da derrota sofrida para a Ferrari na Malásia, na prova disputada há pouco mais uma semana, em Sepang. A equipe alemã, aliás, já fala em intensificar o programa de desenvolvimento para afastar qualquer ameaça externa. E deve introduzir atualizações no W06 mais cedo do que planejava. A confirmação veio do chefe da esquadra de Stuttgart, Toto Wolff.

Depois de dominar o GP da Austrália, que abriu o Mundial na metade de março, os prateados acabaram surpreendidos por uma performance inteligente da equipe italiana no circuito malaio e tiveram de amargar, logo na segunda etapa da temporada, a primeira falha do ano.

Toto Wolff fala em atualizações como forma de garantir liderança (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

Questionado se a Mercedes está pronta para enfrentar o ressurgimento da Ferrari, Wolff disse que confia em seus recursos, mas admitiu que há uma necessidade de reagir. "Eu li um artigo que dizia que a Ferrari incrementou maciçamente seu orçamento para essa temporada", disse o austríaco.

"Mas nós temos tudo que precisamos. Estamos confiantes de que, com a quantidade de equipamentos, pessoas e recursos que possuíamos, estamos bem posicionados na briga", completou.

"Nós só precisamos manter a calma, continuar desenvolvendo o nosso carro e introduzir mais cedo do que o planejado alguns atualizações. Mas realmente não há motivos para pânico", destacou Wolff. "Estamos de volta à normalidade, em que você tem mais do que apenas uma candidato ao título", acrescentou.

O chefe de Lewis Hamilton e Nico Rosberg também contou que se divertiu com as mudanças drásticas nas avaliações da imprensa mundial com relação à hierarquia de forças da F1 em 2015, após a corrida em Sepang.

"Acho que não devemos ser tão extremos em nossas avaliações. Em Melbourne, foram extremos em dizer que a Mercedes ia ganhar toda a temporada. Duas semanas depois, as pessoas já estavam falando em 'fim de uma era'. Talvez agora seja o início de uma nova batalha, uma luta que nós queremos também, um desafio que queremos assumir, com certeza", disse o dirigente.

"Trata-se apenas de se manter a calma e reavaliar o que acontecendo, para voltar ainda mais confiante e veloz para as próximas corridas", concluiu.

Neste fim de semana, a F1 desembarca na China, para a terceira etapa da temporada 2015, na pista de Xangai. 

domingo, 5 de abril de 2015

BOLÃO 2015 | Apostas - GP da China



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A aposta será válida até uma hora antes do treino oficial (3h do dia 11/04) e deverá seguir o seguinte formato, que você deve copiar e colar no comentário:

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Pole position:
1º:
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8º:
9º:
10º:
Melhor volta:

OBS.: O campo "Equipe" só deverá ser preenchido por quem estiver participando do campeonato de Construtores.
OBS.2: Por uma questão de organização envolvendo a apuração dos resultados, pedimos que escrevam apenas o sobrenome do piloto nas apostas (Vettel, Massa, Raikkonen, etc., sem os nomes)

Se tiver alguma dúvida, consulte o regulamento clicando aqui.